Cavalaria Chinesa

Os chineses eram constantemente atacados em suas largas fronteiras, por diversas tribos nômades que os rodeavam. Para enfrentar estas ameaças, começaram a unir-se , terminando por formar um grande império. Diante da necessidade de organizarem um exército para defender-se, inicialmente copiaram de seus vizinhos não só as suas táticas mas também a organização.

Em determinada época de sua história antiga, a cavalaria era constituída por carros de guerra, que formavam sua força de choque mais poderosa.
No ano de 222 AC, o príncipe Cheng, do estado de Ch’in, se impõe à dinastia reinante, mediante o emprego de um exército organizado, contando com uma grande força de cavalaria a cavalo, pondo fim ao sistema feudal e criando o Império Chinês. Por volta dessa mesma época, os chineses começaram a empregar uma sela rudimentar de couro para montaria, bem como freios, bridões e rédeas de couro para a condução de seus animais.
Dentre as tribos vizinhas dos chineses, existiam os hung – nu, povo nômade que continuamente hostilizava o exército regular chinês, alcançando uma verdadeira hegemonia no noroeste do império.
Ao observarem os resultados positivos do emprego do cavalo nos combates, os chineses trataram de obtê-los por todos os meios, desde a compra até a realização de campanhas militares somente para conseguí-los.
Seu objetivo era melhorar a raça de seus cavalos, que apesar de não serem ruins, eram inferiores aos dos mongois e de outras tribos, que possuíam animais de maior força, tamanho e velocidade. Ao obterem matrizes na região entre os atuais Turquestão , Rússia e Afeganistão, onde na época localizava-se o reino de Joakard e Fergona, puderam produzir um grande rebanho de cavalos, nas grandes zonas de pastos que haviam formado com este objetivo. Como resultado dessas medidas, em algumas regiões, 500 anos depois, havia vários milhões de cavalos.

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